Mariana passou a contar, neste mês, com uma unidade móvel de ressonância magnética, medida adotada para ampliar a capacidade diagnóstica da rede pública e reorganizar a fila de exames especializados. A previsão é de que aproximadamente 500 procedimentos sejam realizados durante o período de funcionamento da carreta.
Os atendimentos incluem exames como ressonância de coluna cervical, crânio, ombro e tornozelo, conforme indicação médica e critérios estabelecidos pelo protocolo municipal. A estratégia prioriza pacientes que aguardavam na fila por exames compatíveis com o equipamento.
Segundo o prefeito Juliano Duarte, a iniciativa busca dar fluxo à demanda acumulada e reduzir o tempo de espera por diagnósticos. Ele afirma que a ampliação temporária da oferta pretende evitar deslocamentos para outros municípios e garantir maior agilidade na definição de tratamentos.
A ampliação da capacidade diagnóstica é considerada etapa sensível na gestão da saúde pública, já que a demora na realização de exames pode impactar diretamente o acompanhamento clínico dos pacientes.
Com a operação da unidade móvel, a administração municipal tenta reduzir o passivo de exames pendentes e melhorar a organização do fluxo assistencial na atenção especializada.





