A criação de rotas acessíveis no Centro Histórico de Mariana começou a ser discutida a partir de um levantamento das condições de circulação na região. A proposta é identificar intervenções que facilitem o deslocamento de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, sem comprometer a preservação do patrimônio histórico.

Os resultados das primeiras visitas de mapeamento foram apresentados nesta semana, durante reunião do Grupo de Acessibilidade, na Câmara Municipal. O encontro reuniu vereadores, representantes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), da Secretaria Municipal de Obras, do Departamento Municipal de Trânsito (Demutran) e da Secretaria de Patrimônio Cultural e Turismo.
Pessoas com mobilidade reduzida também participaram da discussão, permitindo que as dificuldades enfrentadas no cotidiano fossem consideradas no planejamento das possíveis intervenções.
A proposta prevê começar pelas áreas de maior circulação de pedestres, com possibilidade de estender gradualmente as rotas a outros pontos da cidade.
A implantação exige soluções que conciliem acessibilidade e preservação. Em Mariana, ruas, calçadas e espaços públicos integram um conjunto histórico cuja proteção precisa ser considerada em projetos de intervenção urbana.
O trabalho ainda está na fase de levantamento e planejamento.
A participação de diferentes órgãos e de pessoas diretamente afetadas pelas barreiras de circulação deverá orientar as próximas etapas do projeto, que busca garantir condições mais adequadas de deslocamento a moradores e visitantes.





