A Academia de Letras, Artes e Ciências Brasil (ALACIB), de Mariana, ficou em terceiro lugar na categoria Organizações Não Governamentais do Prêmio CNJ Juíza Viviane Vieira do Amaral de 2026, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça.

A instituição recebeu 91 pontos pelo projeto “Lalia — Círculos de Paz: restaurando linguagens afetivas com homens que cumprem Medida Protetiva por Distanciamento”.
O trabalho atua com homens submetidos a medidas protetivas e propõe atividades de reflexão sobre relações afetivas e violência doméstica. A iniciativa integra o Laboratório de Linguagens Afetivas (Lalia), desenvolvido pela ALACIB.
Na categoria, o primeiro lugar ficou com o projeto “Prevenção e Combate à Violência Doméstica: formação de facilitadoras populares”, da Atitus Educação e Central Única das Favelas de Passo Fundo, com 118 pontos. O segundo foi “Recomeçar: mulheres empoderadas”, do Conselho da Comunidade em parceria com o Cemsu, com 95 pontos.
Criado pelo CNJ, o prêmio reconhece projetos e ações de prevenção e enfrentamento da violência doméstica e familiar contra mulheres e meninas. A edição de 2026 recebeu 177 inscrições e contempla seis categorias, entre elas organizações não governamentais, tribunais, integrantes do Sistema de Justiça, mídia e produção acadêmica.
O prêmio leva o nome da juíza Viviane Vieira do Amaral, assassinada pelo ex-marido em 2020, no Rio de Janeiro. A iniciativa foi criada pelo CNJ no ano seguinte para reconhecer práticas de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica.






